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 Sinopse

O livro A História dos Festivais Macauenses de Poesia revela uma geração censurada pela ditadura militar de 1964. Macau foi uma das cidades que mais sofreu com o apagão da liberdade cultural, marcado pelo AI-5 (1968), o ano que nunca acabou para os macauenses.

Nesse cenário — em uma cidade acovardada e silenciada pela força bruta dos fuzis, baionetas e bombas —, a juventude da Terra Branca das salinas, do petróleo e da cultura ergueu seu grito de alforria poética: "Faz escuro, mas eu falo e escrevo poesia, sem dinheiro, para todas as praças do mundo."

Livres como o vento norte, ocuparam praças, ruas e vielas, transformando poesia em resistência. Expuseram, em versos, todo o sentimento que carregavam na mente e no coração, espalhando-os pelas asas do carcará, que voa livre sob o céu azul de Macau/RN.

Este livro resgata a memória cultural da cidade em um período sombrio, mas também vigoroso, revivendo a arte dos festivais de poesia e a força da palavra.

A história dos festivais macauenses de poesia

R$22,00
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O livro A História dos Festivais Macauenses de Poesia revela uma geração censurada pela ditadura militar de 1964. Macau foi uma das cidades que mais sofreu com o apagão da liberdade cultural, marcado pelo AI-5 (1968), o ano que nunca acabou para os macauenses.

Nesse cenário — em uma cidade acovardada e silenciada pela força bruta dos fuzis, baionetas e bombas —, a juventude da Terra Branca das salinas, do petróleo e da cultura ergueu seu grito de alforria poética: "Faz escuro, mas eu falo e escrevo poesia, sem dinheiro, para todas as praças do mundo."

Livres como o vento norte, ocuparam praças, ruas e vielas, transformando poesia em resistência. Expuseram, em versos, todo o sentimento que carregavam na mente e no coração, espalhando-os pelas asas do carcará, que voa livre sob o céu azul de Macau/RN.

Este livro resgata a memória cultural da cidade em um período sombrio, mas também vigoroso, revivendo a arte dos festivais de poesia e a força da palavra.